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Marco Goulart Agendar diagnóstico

Para empresários

Você construiu uma empresa que vale muito. E uma vida financeira que depende inteiramente dela.

Enquanto a empresa vai bem, a vida pessoal parece resolvida. O caixa cobre, o patrimônio cresce e as decisões podem esperar. O problema é que as decisões que mais importam — estrutura, sucessão, separação entre pessoa e empresa — só podem ser tomadas com antecedência. Depois do fato gerador, elas viram outra coisa.

O que costuma aparecer

Os sintomas que trazem alguém até aqui

  • Uma renda que você tratava como isenta e deixou de ser
  • O dinheiro da venda entrou e não havia estrutura montada para recebê-lo
  • Aluguel informal, comodato, empresa da família — e um risco tributário que ninguém precificou
  • Preparação para M&A sem entender o impacto sucessório e tributário da transação
  • Governança: todas as decisões passando por uma única pessoa
  • Crédito e alavancagem tratados como oportunidade, não como risco
  • Sucessão com família recomposta — e nada escrito

Nenhum desses itens é, sozinho, um problema. O problema é que eles quase sempre aparecem juntos — e cada um está sendo tratado por uma pessoa diferente, sem que ninguém olhe o conjunto.

O trabalho

O que o planejamento resolve nesse caso

Separar a pessoa da empresa

Quando o caixa da empresa cobre a vida pessoal, os dois patrimônios se confundem — e o risco do negócio passa a ser risco da família. Definir quanto sai, com que forma e com que regularidade é o que permite que a empresa possa dar errado sem levar tudo junto.

Antes da venda, não depois

Estrutura societária, holding, doação, regime de bens: quase tudo o que reduz custo e conflito numa transação precisa estar montado antes do fato gerador. Depois que a venda acontece, o leque de opções fecha e o que sobra é administrar consequência.

O que existe e não está escrito

Aluguel informal, comodato, imóvel no nome da pessoa física usado pela empresa, empréstimo entre sócios, empresa da família sem contrato. Cada um desses é um risco que ninguém precificou, e todos aparecem juntos no pior momento possível — numa fiscalização, numa venda ou num inventário.

Governança antes de precisar dela

Quando todas as decisões passam por uma pessoa, o negócio tem um ponto único de falha que não está no balanço. Acordo de sócios, regras de entrada e saída e um plano para o dia em que essa pessoa não puder decidir são o que separa uma empresa de um arranjo.

Sucessão com a família que você tem

Segundo casamento, filhos de arranjos diferentes, herdeiros que trabalham no negócio e herdeiros que não. A lei tem uma resposta padrão para tudo isso, e ela quase nunca é a que a família escolheria. Escrever antes é o que evita que a resposta padrão prevaleça.

Exemplo de atuação

Empresário, depois da venda da empresa

O dinheiro entrou antes da estrutura existir. Havia aluguel informal, comodato, empresa da família e um risco tributário que ninguém tinha precificado — além de duas famílias, com filhos de arranjos diferentes, e nada escrito. Separamos o patrimônio por finalidade, endereçamos o passivo tributário antes que ele endereçasse a gente, e colocamos a sucessão no papel. As decisões deixaram de depender de uma única pessoa da família.

Caso real de cliente atendido, descrito sem identificação e sem valores. Resultados passados não indicam resultados futuros.

Perguntas frequentes

O que costumam me perguntar

Ainda não penso em vender. Faz sentido agora?

Faz mais sentido agora do que depois. As estruturas que reduzem custo tributário e conflito familiar numa eventual venda levam tempo para amadurecer e precisam existir antes da transação. Quem começa quando o comprador aparece já perdeu a maior parte das alternativas.

Meu advogado já cuida da holding.

Ótimo — e ele continua cuidando. O que costuma faltar não é a estrutura jurídica, é a decisão anterior a ela: para que serve essa holding, o que entra, quanto sai para a família, como isso conversa com os investimentos, os seguros e a aposentadoria de cada um. A estrutura é o meio, não o plano.

Isso é para patrimônio de que tamanho?

Menos uma questão de tamanho e mais de complexidade. Empresa, imóveis, participações, família com mais de um arranjo e renda vindo de fontes diferentes já é complexidade suficiente para o conjunto deixar de caber na cabeça de uma pessoa só.

O próximo passo

Uma conversa sem custo. Proposta só se fizer sentido.

Você descreve a situação; eu digo se há trabalho a ser feito e qual o tamanho dele. Se houver, apresento como seria. Se não houver, digo isso com a mesma clareza.

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