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Marco Goulart Agendar diagnóstico

Para médicos

Você é preciso na mesa de cirurgia. E impreciso na mesa da sua vida financeira.

A rotina médica não deixa espaço para olhar o conjunto. A PJ foi montada por necessidade, o enquadramento foi escolhido por outra pessoa, a previdência foi contratada no banco e a renda oscila mais do que o padrão de vida. Cada peça funciona; ninguém olha o todo.

O que costuma aparecer

Os sintomas que trazem alguém até aqui

  • PF e PJ misturadas — prolabore, distribuição, INSS tudo no piloto automático
  • Enquadramento da PJ decidido pelo contador, não por você
  • Renda que oscila 40% e um padrão de vida que não oscila
  • A oportunidade de montar ou virar sócio de clínica — e nenhuma base para dizer sim ou não
  • A previdência que o gerente vendeu, com taxa que você nunca leu
  • Um imóvel comprado por emoção rendendo menos que o CDI

Nenhum desses itens é, sozinho, um problema. O problema é que eles quase sempre aparecem juntos — e cada um está sendo tratado por uma pessoa diferente, sem que ninguém olhe o conjunto.

O trabalho

O que o planejamento resolve nesse caso

Onde termina a PJ e começa você

Prolabore, distribuição de lucros, contribuição previdenciária e despesas que transitam entre as duas contas. Quando isso é decidido por hábito, o custo aparece em dois lugares ao mesmo tempo: no imposto e na aposentadoria. Organizar essa fronteira costuma ser a primeira coisa a fazer.

O enquadramento é uma decisão sua

O regime tributário da PJ é normalmente escolhido por quem cuida da contabilidade, com a informação que ele tem. Ele não enxerga a sua vida pessoal, os seus objetivos nem o que você pretende fazer nos próximos anos. Revisar isso com o quadro completo muda o resultado com frequência.

Renda que oscila, vida que não

Faturamento variável com padrão de vida fixo é a combinação que mais consome patrimônio silenciosamente. O trabalho aqui é construir a reserva que absorve a oscilação e definir quanto da renda de um mês bom precisa ter destino antes de cair na conta.

Entrar como sócio numa clínica

É a decisão que mais aparece e a que menos costuma ter base. Envolve avaliação do negócio, contrato social, o que acontece se a sociedade acabar, e como isso interage com o seu patrimônio pessoal. Não é uma decisão clínica nem contábil — é patrimonial.

O que já foi contratado

Previdência com taxa alta, seguros mal dimensionados, imóveis comprados por oportunidade. Nenhum desses precisa ser desfeito por princípio; precisa ser medido. Alguns valem manter, outros custam mais do que rendem, e a diferença só aparece com o cálculo na mão.

Exemplo de atuação

Médico com consultório próprio e receita de palestras

Faturamento alto e volátil, duas PJs, e investimentos escolhidos um a um ao longo de vinte anos sem que ninguém olhasse o conjunto. Recalculamos o retorno real de um terreno que ele acreditava ser o melhor ativo da carteira e não era. Portamos a previdência, reduzimos o custo de um seguro no exterior, e montamos uma política de investimento — a primeira que ele teve.

Caso real de cliente atendido, descrito sem identificação e sem valores. Resultados passados não indicam resultados futuros.

Perguntas frequentes

O que costumam me perguntar

Meu contador já resolve a parte da PJ.

Ele resolve bem a obrigação contábil e fiscal, que é o trabalho dele. O que não cabe nesse escopo é a pergunta patrimonial: quanto disso vira o seu patrimônio, em que ritmo, com que proteção e com qual impacto na sua aposentadoria. As duas coisas conversam, e é essa conversa que costuma faltar.

Vale a pena para quem ainda está construindo?

As decisões que mais pesam num patrimônio médico acontecem cedo: como a PJ foi montada, o que foi contratado nos primeiros anos e a primeira sociedade. Corrigir depois é possível; começar certo é bem mais barato.

Você indica onde investir?

Eu construo a política de investimento — quanto em cada coisa, por quê e quando revisar. A execução pode seguir com quem você já usa. Tenho registro na CVM para administração de carteiras e posso atuar também nessa função, se o caso pedir e você quiser.

O próximo passo

Uma conversa sem custo. Proposta só se fizer sentido.

Você descreve a situação; eu digo se há trabalho a ser feito e qual o tamanho dele. Se houver, apresento como seria. Se não houver, digo isso com a mesma clareza.

Agendar diagnóstico

Prefere entender o trabalho inteiro antes? Veja a página principal — as seis cenas, o ecossistema de especialistas e como funciona o diagnóstico.

Outros perfis

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